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Com certeza você conhece alguém que sofra os efeitos dessa doença que é mais comum do que se imagina.

Para começo de conversa, vamos explicar no que ela consiste.

A osteoporose é capaz de afetar a todos os ossos do corpo humano. O osso precisa ser remodelado para continuar forte e rígido, capacidade que é afetada pela doença, tornando-os mais fracos. Isso fará com que eles fiquem mais finos e aumentará a chance de fraturas ou rupturas.

Estamos falando de uma doença que acomete muito mais as mulheres do que os homens, mas a qual ninguém está imune. A proporção é de seis mulheres para um homem a partir dos cinquenta anos e de duas mulheres para um homem a partir dos sessenta. Além de mulheres que já passaram pela menopausa, o fator hereditariedade também pode ser um agravante.

Nas próximas linhas, falaremos um pouco a respeito dos tipos mais comuns dessa doença e de como elas se desenvolvem.

 

Quais são os tipos de osteoporose que conhecemos?

 

Formas adultas da osteoporose

 

1# – Osteoporose Primária (Idiopática) – A forma primária pode ser classificada em dois tipos (tipo 1 e tipo 2).

A tipo 1, conhecida por pós-menopausa, faz com que o paciente tenha uma rápida perda óssea e costuma atingir o osso trabecular, sendo associada a fraturas das vértebras e do rádio distal. Obviamente, pelo seu nome, costuma ocorrer em mulheres após a menopausa.

A do tipo 2, ou também conhecida como senil, como o nome também indica, está relacionada ao envelhecimento e ocorre pela falta crônica de cálcio. Ocorre perda proporcional dos ossos cortical e trabecular.

Suas fraturas mais comuns são no quadril, tíbia, pelves, geralmente em mulheres acima dos 65 anos.

2# – Osteoporose Secundária – Ocorre em razão de processos causados por inflamação como alterações endócrinas, hipertireoidismo, artrite reumatóide, entre outros motivos.

Ela é causada por uso excessivo de álcool, falta de atividade física, falta de vitaminas ou corticóides.

Esses casos da fase adulta são aqueles que costumam ser passados por fatores hereditários e que possibilitam ao paciente uma vida normal, apenas tomando os devidos cuidados, evitando muito álcool, largando cigarro, praticando esportes e mantendo dieta a base de vitaminas e cálcio.

 

Formas pediátricas da osteoporose

 

Os maiores aumentos de massa óssea ocorrem nos dois primeiros anos de vida e também na adolescência. Por isso, até mesmo nessa idade é importante tomar os devidos cuidados preventivos para evitar que a doença se manifeste no futuro.

Vamos aos dois tipos mais comuns da osteoporose pediátrica:

1# – Forma Infantil Maligna (FIM) – Essa forma de osteoporose costuma ser bem grave e é herdada pelos filhos quando os pais possuem um gene anormal. A manifestação será percebida no nascimento e poderá terminar com a morte.

2# – Forma Intermediária (FI) – Existe o risco em crianças com menos de 10 anos. Apesar de menos grave que a citada no item anterior, é mais perigosa que os tipos da fase adulta, mas não costuma diminuir a expectativa de vida se o tratamento for feito corretamente.

Veja também: Osteoporose – Tratamento Natural

 

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