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O Brasil não é o melhor país no mundo para os idosos viverem. Esse posto é ocupado pela Suiça, enquanto que nós ficamos na 56ª posição no ranking anual do Global AgeWatch Índex 2015 – um levantamento realizado pela organização HelpAge International com a Universidade de Southampton, dos Estados Unidos.

O bem-estar social e econômico dos idosos em 96 países foram os quesitos avaliados nesse estudo. Para isso, os pesquisadores levaram em conta a renda, saúde, educação, emprego e ambiente favorável para os idosos em cada uma das nações pesquisadas.

Expectativa de vida

Agora, quando o assunto é expectativa de vida, o Japão saiu na frente disparado. Por lá, os idosos de 60 anos possuem a maior expectativa de vida, afinal, ao chegarem nessa idade, os japoneses ainda têm mais 26 anos de vida, em média, para curtirem. Por outro lado, aqui no Brasil, ao atingirem 60 anos, os idosos têm mais 21 anos de vida, em média, pela frente.

Se pararmos para analisar porque isso acontece é fácil constatar que muito se deve ao cuidado que os japoneses têm com a alimentação e a saúde. Comidas saudáveis, como peixes e legumes, são essenciais para se ter à mesa durante as refeições. Além disso, não é raro ver idosos se protegendo do sol e andando de bicicleta pelas cidades.

Dessa forma, a atividade física, aliada a uma alimentação balanceada, parece ser o segredo para a longevidade. Claro que morar em um país que realmente se importa com os idosos ajuda muito, mas você também pode fazer a sua parte.

Para isso, procure locais para se exercitar, seja dentro de uma academia ou em um ambiente ao ar livre. Em São Paulo, por exemplo, há praças com equipamentos que auxiliam a prática da atividade física. A caminhada também é outra alternativa para afugentar a preguiça e ganhar mais alguns aninhos de vida.

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Então, está pronto para viver mais?

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