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Exercícios físicos também é prevenção. Participe do movimento outubro rosa por mais saúde e qualidade de vida.

Estudo realizado pelo Hospital das Clínicas de São Paulo, em mulheres com mais de 40 anos, durante 10 anos verificou que:

– mais da metade das mulheres estavam com sobrepeso ou obesas na idade da menopausa;
– dois terços das mulheres tinham sintomas vasomotores como as famosas ondas de calor;
– em média, as brasileiras (segundo o estudo) têm a menopausa com 48 anos
– 81.5% das mulheres com menopausa sofrem com outras doenças crônicas como a hipertensão, diabetes ou ainda problemas da tireóide.
– as ondas de calor, as palpitações e tristeza (depressão) são sintomas que aparecem mais em mulheres mais novas que acabam tendo a menopausa. Mas após vários anos de menopausa (pós-menopausa, segundo a terminologia), estes sintomas tendem a diminuir naturalmente;
– o ganho de peso durante a menopausa aumenta os sintomas como as ondas de calor e a depressão, assim como as dores articulares e/ou musculares.

Nos Estados Unidos estima-se que aos 50 anos de idade as mulheres ganham em média 0,5 kg por ano a partir do terceiro ano do início da menopausa, caracterizado geralmente pelo aumento da gordura abdominal. Isso representa um aumento no risco de desenvolvimento de diabetes e de doenças cardiovasculares (como o enfarto do miocárdio, acidente vascular cerebral).

Mudança de hábitos como incluir atividade física regular é fundamental pois além de prevenir a osteoporose melhora o humor e a memória. O exercício físico não só aumenta a secreção de endorfinas, opioides endógenos que funcionam como analgésicos naturais, mas também aumenta a secreção de serotonina, um hormônio neurotransmissor que interfere positivamente no estado afetivo da mulher.

São recomendáveis também algumas mudanças na dieta, porque nesse período há alterações do metabolismo. Se você continuar comendo a mesma coisa, vai engordar. Por isso, deve-se trabalhar aspectos psicológicos, físicos e hábitos alimentares, ou seja, mudanças de comportamento. Enfim…é necessário fazer uma abordagem abrangente, no sentido de focalizar todo o contexto de vida da mulher.

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