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Exercícios físicos ajudam idosos a ter um envelhecimento com mais saúde e qualidade de vida.

Se exercitar ao invés de ficar parado faz bem para qualquer pessoa, mas existe uma dose certa de exercícios para o cérebro de um idoso manter-se em pleno funcionamento? Sim, existe! Foi o que mostrou uma pesquisa realizada por grupo de pesquisadores do Centro de Estudos do Alzheimer da Universidade do Kansas. 

Segundo esse estudo, uma pequena dose já pode ser o suficiente para melhorar diversos aspectos de cognição, ou seja, o ato de adquirir um conhecimento. Entretanto, quanto mais exercícios fizer, não será garantia de aumento dessa função. Porém, a pesquisa revelou também que quanto mais exercícios se pratica, mais é notável a melhora na condição aeróbica, o que é ótimo e traz inúmeros benefícios para a saúde.

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A pesquisa 

O estudo contou com a participação de 101 pessoas sedentárias, tanto homens quanto mulheres, na faixa de 65 anos para baixo, saudáveis e que não apresentavam sinais de demência. 

Esses voluntários foram orientados a realizar uma série de testes para medir a capacidade aeróbica, raciocínio e de memória. Depois foram separados em quatro grupos aleatórios. O grupo 1 foi instruído a seguir a rotina normalmente, enquanto os outros 3 grupos tiveram que fazer caminhadas em ritmo acelerado, destes uma parte praticava exercícios semanais por 75 minutos e outros por 150 minutos. Um dos grupos fazia as caminhadas por 225 minutos por semana. 

Passadas as 26 semanas de testes, os idosos do primeiro grupo não apresentaram nenhuma melhora. Quem fez exercícios por 75 minutos estava um pouco melhor, o grupo dos 150 minutos de exercícios semanais estava ainda melhor do que o anterior. Mas quem apresentou o melhor desempenho foi o grupo que fez 225 minutos de exercícios por semana. 

A conclusão desse estudo foi que quem se exercita melhora de alguma forma a capacidade de pensamento, principalmente em relação à capacidade de concentração, além dos benefícios de manter uma vida mais saudável. Porém, dentre os grupos que mexeram o corpo, os ganhos foram praticamente os mesmos, independentemente da quantidade de exercícios realizados. 

Então, não adianta mais procurar desculpas para ficar “largadão” no sofá. Pode ser mais ou menos minutos praticando algum exercícios físico, mas o que importa é deixar a preguiça de lado e cuidar da saúde física, emocional e mental.

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